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Blog do Lídio Leopoldo Pinheiro


Outro dia um amigo  do facebook, me perguntou:

-Qual é a tua religião?

Surpreso perguntei o porquê da pergunta.

- porque você posta no facebook, textos e vídeos com temas católicos, do Papa, Madre Tereza, Santo Agustinho e outros, ora você posta do espiritismo, Allan Kardec, Chico Xavier, ora de pastores evangélicos, Monges tibetanos, mulçumanos budista etc. e isso me deixa confuso sobre a religião que você professa.

Respondi-lhe que sou um homem religioso, mas a religião não pode cegar a espiritualidade, a ponto de você não enxergar  méritos nas pessoas que praticam uma religião diferente da que  você segue. Em todas há quem pratique o bem como também tem suas “ovelhas negras” que podem praticar o mal.

A igreja católica, por exemplo: concede títulos de santos aos seus seguidores que se destacam entre os outros na prática do bem. Isso não significa que as pessoas de outras religiões  que se destacam fazendo o bem, como Chico Xavier, Bezerra de Menezes, Allan Kardec e outras do espiritismo, como dezenas de pastores evangélicos, mestres tibetanos, e líderes mulçumanos, budistas etc. não mereçam títulos equivalente;   uma vez que o título de santo é exclusivo do  catolicismo. Todas as pessoas que se destacam na feitura do bem, independente da religião que praticam devem ser  respeitadas,valorizadas e reconhecidas  por todas as religiões, porque o Deus é o mesmo de todos nós, os caminhos que escolhemos para chegar a Ele que são diferentes. Até o ateísmo também é um caminho, as pessoas não são o que dizem ser, são o que realmente fazem, é o seu comportamento, seu modo de se relacionar com os outros que vai determinar sua viagem em direção ao Mestre, quer ele creia ou não.

Muita gente até hoje criticam a atitude de Jesus ao expulsar os fariseus do templo, chutando mesas e cadeira e largando o reio nos vendedores.  Esquecem que Jesus era humano como todos nos, sujeito a irritações e provocações. Mas até essa atitude serve para nós, como exemplo de que o pecado pode ser superado pela pratica do bem; tanto o é, que sua extraordinária obra, não perdeu  mérito nem foi manchada por essa atitude aparentemente arrogante e desequilibrada.

Por sinal, em nenhum momento de suas pregações Jesus falou de religião, muito menos sobre o cristianismo, que nasceu muitos anos após a sua morte, fundamentado nos seus ensinamentos; até hoje existe a dúvida de qual era a sua religião, se é que ele tinha uma a seguir. A única coisa que ele disse se referindo a Pedro foi: “sobre essa pedra erguerei minha igreja”, não minha religião.

Portanto, a preocupação não deve ser com a religião que escolhemos, mas com a forma como a praticamos. Respeitando as diferenças e valorizando as boas ações. Esse, acredito,  deve ser o caminho!

 



Escrito por Léo Pinheiro às 23h02
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A carne brasileira é certificada internacionalmente, como de excelente qualidade, Mas o brasileiro não tem certificação internacional de honestidade. Esse conflito traz prejuízos enormes ao país.



Escrito por Léo Pinheiro às 10h39
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