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Blog do Lídio Leopoldo Pinheiro


UPA

 Esta semana necessitei ir até o UPA-Norte da Ilha (Unidade de Pronto Atendimento). Tudo maravilhoso, nota 10 na estrutura e no atendimento. Mas ao chegar levei um susto: não tinha vaga no estacionamento. Pensei: “Com certeza deve ter fila para ser atendido”. Mas, para minha surpresa, tinha apenas umas dez pessoas esperando atendimento. Perguntei a moça que me atendeu o porquê do estacionamento lotado, se  não havia tanta gente no U.P.A., e ela  respondeu: “Quando chegamos aqui, já está lotado, são carros dos motoristas e cobradores dos ônibus do Tican (terminal de Canasvieiras) e pessoal que trabalha no Centro, que deixam os carros estacionados o dia todo. Quando voltam do trabalho de ônibus, pegam os carros para ir para casa. E os pacientes ficam sem ter onde estacionar. Um problema para a administração municipal e da administração da U.P.A.,  resolver.

Publicado no Jornal Notícias do Dia em 09 de fevereiro de 2009.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h29
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UMA SOCIEDADE EM CONFLITO

Em todos os casos temos o fim duma cultura, graças a uma complexa sociedade denominada “civilização”: o domínio da aristocracia culta pela burguesia endinheirada; a concentração do poder político, social e econômico em vastas cidades metrópoles, as quais sugam todo o plasma vital do campo e reduzem-no à esterilidade urbana; a substituição da qualidade pela quantidade, do bom gosto pelo exibicionismo, da beleza pela utilidade, da  cultura pela riqueza;  o triunfo do materialismo e da ciência sobre a religião e a arte, a desintegração da arte em modas, manias, luxurias e  bizarrices; a áspera procura de novos estimulantes estéticos que excitem a consciência jovem; o levante das classes baixas contra a corrupção e desmando na administração pública; da exaustão do mundo da comunicação comprometida com o poder e de novas religiões como meio de fuga à realidade e consolo; a expansão do luxo e do vício, com enfraquecimento do corpo e do caráter moral, tornando a nação incapaz de autodefesa; a extinção da força espiritual criadora; a decadência da família e da igreja como fontes de tradição e preparo moral; a esterilidade dos inteligentes e a multiplicação da massa alienada, isto é, de copiosas massas metropolitanas que flutuam tão impotentes quanto inoperantes, sofrendo o efeito manada, o lento emergir em plena civilização das condições humanas primitivas; a tentação da desordem nos jovens, o desejo da ostentação, sequiosos de pilhagem; o fim!

Será que o que queremos para hoje se sustentará  no futuro, e o que consideramos ideal para o futuro corresponderá os objetivos da nova geração,  quando a mesma assumir o comando da nação? Como serão as sociedades do futuro, e o que dirão da nossa sociedade atual? Será que o frágil legado moral que estamos deixando aos jovens, superará o legado da corrupção que impotentes, não conseguimos corrigir? Como seremos lembrados; como a geração mais corrupta do país, que ao invés de se preocupar com o futuro da nação a colocou na maior crise econômica e social da história; ou esse descaso continuará se reproduzindo como herança maldita deixada por nos? E com as mesmas desculpas de hoje, a corrupção permanecerá porque não começou nesse governo, se outros fizeram e não foram condenados por isso, por que não podemos fazer agora? Não estaremos aqui pra ver, mas pelos exemplos deixados,  tudo indica que se passarão muitas gerações até que esse país se torne uma nação civilizada em todos os sentidos.

 

 

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h27
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Uma reflexão

Estamos em pleno século vinte e um, uma época de incríveis descobertas, tais como a comunicação global, terapia genética, cibernética Social, projeto Genoma, tecnologia digital e outros campos do conhecimento. Nunca antes os seres humanos estiveram tão conectados uns aos outros, mas nunca as pessoas pareceram tão sozinhas. Para onde quer que olhemos, vemos pessoas insatisfeitas e infelizes. Elas vivem auto-centradas, como se estivessem apenas fingindo existir. Outras são escravizadas pela raiva, doenças, depressão, medo, cobiça e ódio. Por quê? Acho que isso se deve ao novo sistema de valores da nossa sociedade, que se baseia nas ilusões, inveja e na falsidade. Fomos ensinados a buscar o dinheiro a qualquer preço e a acreditar que ser rico é sinônimo de ser feliz. Ensinaram-nos que a riqueza é igual ao poder e que ter poder pode tudo. Ao honrar esses falsos ”deuses” do poder e do dinheiro, a sociedade constantemente valoriza aspectos inadequados da existência humana, levando as pessoas a passar por crises existenciais.

Quando vivemos com medo, inveja raiva e ressentimentos, atraímos situações que criarão ainda mais medo, inveja, raiva e ressentimento. Quanto mais envolvidos estamos na consciência do mundo exterior, mais nos afastamos do caminho de Deus.

Existe uma tremenda carência de Deus no mundo, que afeta nossa existência, uma fome que não está sendo satisfeita. A religião que deveria ser a direcionadora da nossa espiritualidade acaba se perdendo nos acontecimentos do cotidiano. É preciso mais do que ir à igreja, ao templo, rezar, cantar, pregar e dar dinheiro aos pobres para desenvolver a espiritualidade. É necessário ter uma compreensão das verdades espirituais, do Evangelho, do que nos ensinou Jesus e colocá-las em ação nas nossas vidas cotidianas. Infelizmente, às vezes as verdades ensinadas pela religião são distorcidas pela interpretação pessoal e interesses escusos. O medo de Deus substitui o amor a Deus. O demônio virou concorrente direto de Deus e nos é apresentado por muitas religiões com mais força e poder do que o próprio Deus.  Resta a cada um de nós separar a verdade do dogma, o joio do trigo.

As pessoas voltadas para a espiritualidade sempre pensaram por conta própria, mas hoje em dia há pessoas demais esquecendo quem realmente são. Elas querem felicidade, amor e alegria, e buscam esses valores no mundo exterior. Não percebem que, embora estejamos vivendo um mundo físico e tenhamos sensações físicas, existe algo mais real e poderoso que fica dentro de nós, que é a essência Divina.

Não estamos aqui para sermos escravizados pelas regras de uma sociedade materialista envolvida com os aspectos negativos e inferiores da personalidade terrena. Temos que parar de viver uma vida baseada na culpa, preocupação e medo. Chegou à hora de voltarmos a conhecer o significado de Deus e de pensarmos em nós mesmos como seres espirituais de luz e amor.

Você é e sempre será uma fagulha do amor Divino. O seu lar definitivo fica no mundo dos espíritos. Viajamos até este mundo terreno para praticarmos o bem e evoluirmos como ser espiritual. Nós somos um ser espiritual vivendo uma experiência carnal, e não um ser carnal vivendo uma experiência espiritual. A vida na Terra é temporária. A chave para caminhar nesse planeta é a consciência mais profunda da sua existência espiritual. Quando você vive cada dia no mundo tendo o espírito em mente, está vivendo uma vida verdadeira.

O corpo é apenas um repositório de ossos, tecidos e órgãos; sozinho, ele não tem vida própria. É a alma que dá ao seu corpo vida e expressão criativa. Quando a sua personalidade espiritual é fortalecida, você começa a experimentar a plenitude da vida.

Se quisermos aprender com os ensinamentos de Jesus sobre a vida espiritual, precisamos começar a assumir a responsabilidade por cada aspecto das nossas vidas. Somos os únicos capazes de mudar nossa maneira de pensar e agir. Quando tomamos decisões que são positivas e contribuem para o nosso crescimento, mesmo quando essas decisões parecem difíceis, nos tornamos participantes ativos de nossas vidas. Então, a vida não vai simplesmente acontecer conosco. Para despertar e reconectar-se com a essência Divina, precisamos exercitar nossos músculos espirituais, e a maneira mais eficiente é através da meditação e da oração.

Quando Jesus disse: “Eu não sou desse mundo”. Ele quis dizer apenas: Eu estou nesse mundo. Quis nos dar um recado, se nos consideramos filhos de Deus, e irmão de Jesus, o que Ele disse vale para nós também. Nós não somos desse mundo, nós estamos nesse mundo.

Pense nisso!

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h21
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UMA QUESTÃO DE POSTURA

Em recentes conversas com amigos sobre os protestos por todo o  pais,  surge os defensores de ideologias. Tirar o PT do governo para quê? Se o PSDB  é pior, o PMDB é só um chupim, os pequenos só servem para vender o horário de TV pros grandes etc. Parecem não entenderem ou não quererem entender que os problemas não são partidários. Mas de mudança de postura da política brasileira. Não importa se vai continuar o PT, se vai entrar o PSDB, o PDT, o PC do B etc. O congresso Nacional é composto por deputados e senadores de quase todos os partidos;   nem por isso é um modelo que possa servir de exemplo em matéria  de políticos comprometidos com os ideais de uma nação que pretende ser desenvolvida, e muito menos de referencias aos novos políticos, aos estudantes que pretendam um dia,  entrar para a política.

Por que os partidos que chegam ao poder não se cercam das melhores cabeças pensantes do país, mesmo que essas cabeças pensantes estejam em outro partido, defendendo ideologias diferentes?  Porque não enxergam o país como prioridade número um;  e sim o crescimento de suas bases partidária. Onde andam nossos partidos que deveriam estar defendendo os direitos do povo e o bem do país, Onde estão, que só aparecem ao povo de 2 em 2 anos somente para pedir votos para seus candidatos.  Seus filiados eleitos desviam dinheiro público, se envolvem  em escândalos de corrupção, não se interessam pelas grandes causas nacionais, como reforma política, reforma judiciária, reforma econômica, saúde, educação infraestrutura, segurança. Passam o mandato inteiro fazendo conchavos partidários;  e qual providência tomada por esses  partidos em relação a esses  filiados? Entram no poder com a intenção de nunca mais querer sair, assumem o cargo hoje, amanha já começam a trabalhar a próxima campanha para se reeleger, e  se possível nunca mais dar a vez para outro partido com novas ideias chegar ao poder.    Lutam única e desesperadamente para se perpetuarem no poder. Massacrando o povo com mentiras, propaganda enganosa, promessas inatingíveis, muitas delas fora de sua área de ação, compra de pesquisas, de votos e todo tipo de “maracutaia” que os garanta no poder.

Chega um dia em que o povo resolve parar de engolir “sapo” e sai às ruas para mostrar sua indignaç

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h21
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TURISTA SEM TURISMO

 

Para Florianópolis se transformar num pólo turístico de qualidade é preciso grandes investimentos em infra-estruturar, principalmente nos bairros praianos, pois são as praias as maiores atrações turísticas de nosso município.

Nossa infra-estruturar é a mesma de 20 anos atrás. Cada ano o turista fica mais exigente, por essa razão não dá para competir com os pólos que investem pesado no turismo de qualidade. Além de nossas praias serem constituídas de estreitas faixas de areia, não possuem nada a oferecer ao turista a não ser suas belezas naturais. E isso é muito pouco para manter o turista por mais tempo na cidade e fazer com que ele retorne mais vezes.

Tomo como exemplo Canasvieiras -  onde moro,  trabalho e convivo com os turistas, com suas dificuldades e reclamações -  Não tem banheiros públicos, chuveiros, postos salva-vidas descentes, o policiamento é inexistente; apesar das promessas feitas nas reuniões dos “CONSEGS” durante os meses que antecedem a temporada. Não temos uma praça com infra-estrutura de lazer para que os pais possam levar seus filhos para brincar enquanto lê um livro ou jornal adequadamente sentados, não temos teatro, cinema. O bairro é sujo por falta de um planejamento bem feito e uma programação de execução de serviços essenciais antes e durante a temporada. As ruas vivem abarrotadas de lixo e mato, os bueiros entupidos. As  faixas e meio-fios não são pintados, a rede de esgoto explode em vários pontos, a coleta de lixo tem dias que é feita as 17h00minh, ficando  exposto o dia inteiro nas ruas, turistas passam por ele com as mãos tampando as narinas.  Os cães abandonados se misturam aos turistas na praia. O sistema de transporte é um caos total, não existem itinerários e horários fixados nos pontos, as pessoas ficam perdidas e desorientadas, se valem de informações dos transeuntes para se deslocar de uma praia a outra. Tudo isso passa a imagem de total desorganização e desprezo com o bairro e com os turistas.

Os restaurantes se obrigam a tampar os bueiros com papel toalha, usados nas mesas, para que o cheiro não invada os  mesmos. Os ônibus de turismo entram a vontade no bairro, destruindo  as calçadas; caminhões de entrega que não respeitam ninguém  estacionam em fila em cima das calçadas, chegando a ocupar meia quadra, impedindo que os moradores entrem e saiam dos das garagens dos prédios. A Rua Mário Lacombe, entre Apóstolo Pascoal e Madre Maria Villac, virou pátio de descarga de supermercado. Nessas condições fica difícil atrair novos investidores. Com exceção de Jurerê Internacional, administrada pela iniciativa privada, as outras praias estão se transformando em paias de turismo de passagem, recanto de farofeiro e refúgio de marginais.

Mas, com vontade política de fazer o que precisa ser feito, ainda é possível reverter esse quadro.

Léo Pinheiro

Janeiro de 2011.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h20
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TURISMO

O turismo se desenvolve com base em três eixos.

 Meio ambiente natural:  praias, rios, trilhas, cachoeiras.

Cultura local: modo de vida,  raízes artesanatos, gastronomia, festas típicas . Social: geração de emprego e renda, e bem estar social.

Mas, exige das autoridades responsável por esses  eixos, investimento  em infra-estrutura; estradas, saneamento básico, rede elétrica,  bairros, trilhas, e    praias bem cuidadas e conservadas. Além é claro de fornecer incentivos  fiscais para uma boa rede de hotéis e pousadas. Hospedagem de qualidade é fundamental para que o turista permaneça mais tempo no município deixando mais recursos para novos investimentos. Como já foi dito por especialistas em turismo: “cidade boa para o turismo é aquela que é boa para seus moradores”. As pessoas que habitam essas regiões turísticas, precisam ter qualidade de vida,  para que possa passar  uma boa impressão aos visitantes e com isso atrair mais turistas. Elas precisam ser contempladas pelo poder público, com investimentos que proporcione essa qualidade, não só como contribuinte permanentes, pagando impostos o ano todo,  mas principalmente pela contribuição que seu trabalho junto aos turistas geram em renda ao município. Não dá para continuar a incentivar o turismo com nossas praias abandonadas e os bairros cheirando a excremento em virtude dos deslocamentos dos tampões da rede de esgoto mal dimensionada e pelas ligações clandestinas de  esgoto, conectadas as redes pluviais a ponto dos donos de restaurantes terem que usar papel toalha de mesa para tampar os bueiros, evitando que o mau cheiro  invada os restaurantes durante as refeições. Como também não podemos permitir a exploração imobiliária desordenada e o crescimento a qualquer custo sem planejamento que garanta sustentabilidade e qualidade de vida.

Se isso não for feito os recursos naturais acabam se degradando e com ele o potencial turístico. Temos exemplos recentes aqui em Florianópolis com as praias do continente, Estreito, Coqueiros e Abraão, hoje totalmente impróprias para banho.  A região deixou de atrair turistas para se tornar um bairro puramente residencial e comercio restrito os seus moradores. Ou acordamos para um bom planejamento da cidade e aplicação corretas dos recursos públicos ou no futuro não teremos turistas e  cidade com qualidade de vida que possamos nos orgulhar.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h17
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TURISMO.

Quando teremos um prefeito que apresente um projeto de governo que inclua um programa turístico que contemple os bairros praianos: uma parceria governo e iniciativa privada para trazer cinemas, teatros, casas de diversões, restaurantes e novos hotéis de alta categoria, praças, jardins, melhoria das praias de forma a gerar mais empregos e amenizar a sazonalidade que destrói o comercio local.

Não oferecemos nada aos turistas que nos visitam a não ser praia e sol, coisa natural que não depende de governo. Quando chove os turistas ficam enfornados em seus aposentos, por falta de opção de lazer. Nosso Centro de convenção que despertou  euforia no comercio local, virou um elefante branco.

 Não dá mais para conviver somente na dependência de dois meses de temporada de verão, improvisos e com o que a natureza nos contemplou. É preciso um modelo de gestão que valorize o turismo, a segunda maior fonte de receita do município. E por muitos anos consecutivos foi a principal receita.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h15
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TURISMO SAZONAL

A sazonalidade turística é um fenômeno que é caracterizado pela instabilidade entre oferta e demanda nos determinados períodos do ano, mais especificamente, no caso do turismo, conhecido como época de alta e baixa temporada.

A sazonalidade é um fator de preocupação para quem trabalha sujeito a seus efeitos, pois nas épocas de baixa temporada, pode causar falência de empresas e, conseqüentemente, desemprego.  Durante a alta temporada, ela pode inflacionar o mercado onde se situa. O ideal é que haja equilíbrio entre oferta e demanda durante todo o ano, evitando assim a sazonalidade e os fatores prejudiciais à atividade turística.

A sazonalidade turística pode ser contornada mediante investimentos públicos em infra-estrutura que possam atrair o investimento privado em equipamentos de alto nível nas áreas de esportes, laser, cultura, gastronomia, hotelaria, chopings e outros, oferecendo atrativo o ano todo.

Sem investimento público em infra-estrutura, é impossível  evitar a sazonalidade turística, porque nenhum empresário vai investir seu dinheiro onde o retorno está condicionado a períodos de alta temporada, que no nosso caso não chega a três meses por ano.

Canasvieiras, Jurerê e Cachoeira do Bom Jesus são as praias que recebem o maior número de turistas durante a alta temporada de verão. E o que oferecemos aos nossos turistas além das praias? Se pensarmos que tem semanas que nem praias temos, porque são tomadas pelas marés altas. Não temos áreas de lazer, praças, cinemas, teatros, centros esportivos ou chopings, clubes e boates, onde o turista possa levar sua família para se divertir fora do horário de praia ou dias chuvosos.

Nosso comércio é fraco, resumindo-se a pequenas lojas de roupas comuns, não temos restaurantes de comidas típicas e nenhum especializado em frutos do mar, apesar de estarem locados nas praias.

As ruas são mal-cuidadas, sujas, a coleta do lixo que poderia ser feita durante a madrugada acontece durante o dia, ficando o lixo expostos nas ruas até meio dia ou mais horas. Quando chove, o transtorno é pior ainda, com ruas alagadas, por falta de limpeza da rede de drenagem e bueiros.

Segurança não existe, os roubos a pousadas, apartamentos e hotéis á constante e à luz do dia, enquanto os turista  toma banho de sol. Isto é, quando os vendedores ambulantes permitem que ele desfrute desse direito, porque são tantos que fica difícil ter sossego nas praias. Sem pensar que muitos nem conseguem instalar suas cadeiras, porque a praia vira propriedade particular dos alugadores de cadeiras e guarda-sol, que demarcam seu território e impedem que os turistas ocupem esses espaços na areia.

A falta de banheiros públicos nas praias, o perigo dos cabos elétricos enterrados na areia, que alimentam os postes de iluminação e as barracas de sucos, caipirinhas e outros produtos.

Como atrair investidores para praias nessas condições? Primeiro é preciso que o poder público invista em infra-estrutura, em fiscalização, limpeza e embelezamento das praias como um todo. Sem isso, não há empresário que suporte os efeitos negativos da sazonalidade turística.

Léo Pinheiro ADM. E Pedagogo  Notícias do Dia 10/09/2008.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h15
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TUNACO E CALADINHO

Tunaco e Caladinho eram duas figuras folclóricas que percorriam toda ilha, comunidade por comunidade, durante a década de 50 e 60. Por esse motivo não havia criança que não os conhecessem; na verdade eram dois mendigos, talvez os primeiros mendigos que circulavam por todas as comunidades da ilha. Andavam sempre juntos, roupas muito sujas, encardidas e esfarrapadas; barba longa, e descalços. Tunaco era gordo e de estatura baixa, de barba preta não muito longa e muito falador; carregava um saco de linhaça nas costas cheio de latas velhas, e se mostrava presente na comunidade em que chegava, batendo numa lata velha de leite ninho queimada pelo fogo, nela aquecia seu alimento. Comia com as mãos sujas, os dedos era seu garfo e a palma da mão sua colher; não fazia mal a ninguém, mas costumava falar palavrões quando contrariado, corria atrás das crianças só para se divertir e diverti-las. Bebia cachaça como se bebe água quando se está com muita sede.

As mães para fazerem os filhos arteiros ficarem quietos ou para fazê-los dormir, os ameaçava em chamar o Tunaco e o Caladinho para pegá-las e colocá-las na saca. Por isso, quando muito pequenos tinham medo dos dois; já os maiores aproveitavam sua passagem pela comunidade para se divertirem com eles; embora a brincadeira se resumisse em imitá-los, rir e correr deles, que quando se aborreciam com as brincadeiras, saiam correndo atrás da molecada. Mas no fim todos se compadeciam deles e acabavam dando comida, roupas usadas e por vezes, ficávamos horas conversando com eles sentados a beira do caminho.

O Caladinho era magro e um pouco mais alto do que Tunaco, muito calado, daí seu apelido, falava pouco com as pessoas, mas falava muito consigo mesmo. Tinha muito medo da cruz. E a brincadeira da molecada com ele consistia em cruzar os dedos em forma de cruz; ficava irado com isso, e se danava a xingar todo mundo de diabo, corno, filhos do cão e centenas de palavrões. Não aceitava roupas, só comida e cachaça, na falta, qualquer moeda que lhe davam, e para ele todas eram cinqüenta centavos, não importava o valor impresso. Também como Tunaco, andava com uma saca de linhaça nas costas - com as roupas de dormir e latas para acondicionar comidas, gêneros alimentícios e frutas e como não poderia faltar, uma garrafa de cachaça. Embora andar descalço naquele tempo, não era próprio só de mendigo, toda população andava também descalça; sapatos somente nos bailes de final de semana, festas ou quando se ia à cidade, coisa muito rara.

Quanto à comida que recebiam da comunidade, era apenas farinha de mandioca e peixe escalado de sol, base da alimentação da comunidade.    

Faziam um foguinho, como diziam, normalmente sob a sombra de uma arvore, entre três pedras, colocadas  em forma triangular, onde apoiava sua lata com água e  faziam o pirão, assavam o peixe e comiam ali mesmo. Depois lavavam as latas ou panelas, no rio mais próximo, punham na saca e seguiam caminhando  para outra comunidade.

Houve um tempo em que os dois se separaram, só aparecia o Tunaco. Depois de muito sacanear o Tunaco com as nossas brincadeiras, nos sentamos com ele sob um tamanqueiro a beira do caminho, e ficamos conversando longo tempo:

- Tunaco, porque o Caladinho não veio com você?

- Porque ele brigou com seu amigo.

-Que amigo, o amigo dele não é você?

- É! Mas ele tem outro amigo, que só ele conhece e fala com ele. E quando eles brigam  para se vingar ele fica muitos dias sem beber e sem sair do barraco onde a gente mora. Deixa-me contar pra vocês, e se ajeitando no acento da raiz do tamanqueiro, encolheu as pernas, cruzou os braços sobre os joelhos e começou  a narrar a estória do amigo: o Caladinho fala muito sozinho, mas na verdade ele não está falando sozinho, ele está falando com seu amigo invisível, entendem, eles são muito amigos sabe, mas de vez em quando eles brigam; e tudo pela cachaça. O Calidinho bebe qualquer cachaça, mas o amigo dele é muito exigente, e só quer beber cachaça de cana miúda, aí eles brigam. A onde se viu pinguço escolher cachaça? Só o amigo dele mesmo, indignou-se! Por isso o Caladinho fica sem beber só para atazaná-lo, aí, de pirraça, ficam os dois sem beber. Azar deles, pra deixarem  de serem  burros.

-Você está falando que o amigo dele é um fantasma?

-É um espírito que acompanha ele, os dois não se largam, por isso que ele fica bravo com vocês quando mostram a cruz para ele. Não é ele que fica bravo, é o amigo dele que não gosta. Tem dias que o Caladinho sai “na tapa” com ele. Ele dá socos e pontapés nele. Bate com pedaço de pau, com tudo que ele pega pela frente, mete até faca nele. No começo eu pensava que ele estivesse ficando louco, porque eu não via esse tal de Tião.

-Tião é o nome do fantasma?

-Ele diz que o Tião era amigo de infância, cresceram juntos, e quando eram moços estavam sempre juntos nas festas, em todos os lugares. Depois ele morreu de tanto beber e aí não largou mais o Caladinho.

- E ele bate no Caladinho?

-Se bate!... Ás vezes ele derruba o caladinho, joga-o no chão sobre as pedras, ele se machuca todo, eu que vou socorrer o Caladinho.

Mas depois eles fazem as pazes e voltam a ser amigos de novo.

-E tu não tens um amigo fantasma?

- Tás tolo, tás! Eu quero amigo capeta, capeta que vá pro inferno e me deixe em paz, já basta aquentar o fantasma amigo do Caladinho!

-Tunaco, tu não quisesse casar?

- Casei sim, mas a munhé me pôs um par de chifres, aí eu pra não matar a “fia” da puta, me joguei no mundo.

-Tens filhos?

Tenho dois, que nunca mais vi, eles também não me conhecem mais, to muito “véio” e acabado, e se me conhecer não  vai acreditar que sou o pai deles. Quem quer ter um pai mendigo “né”? O Caladinho também tem duas filhas bonitas, mas também não o conhecem. E mora por perto, ele passa por elas e elas não o conhecem, mas ele as conhece. Quando ele vê as gurias também chora. Ele também é corno, a munhé meteu dois “galhos” nele. Um com o irmão dele e outro com um negro que era vizinho deles. Por isso é que ele ficou batusquela. “Munhé” é coisa do “demonho”, quando cisma de acabar com a tua vida e da “famía”, não pensa duas vezes.

Não sabemos o fim desses folclóricos personagens, onde morreram, quando e onde foram enterrados. Mas, sua passagem marcou profundamente a mente das crianças e adolescentes de todas as comunidades da Ilha, e quem os conheceram guardam na memória até hoje, suas personalidades, e seus  jeitos mendigos de vive

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h14
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TERREMOTO

Passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que havia  de fazer.

Ele respondeu ao Rei:

“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos.”

Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores, o que fazer?

Exatamente o que disse o General: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. E o que isso quer dizer para nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.

É preciso sepultar o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Esquecer o passado, enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo.  Cuidar do que sobrou. Do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as portas abertas para que novos problemas, novos “terremotos ”possam surgir ou vir de fora  enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução do novo.

É assim que a história nos ensina. Por isso a história é a mestra da vida.

Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça.

Enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

 

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h13
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TEMPORADA TERMINA, OS PROBLEMAS NÃO.

É assustador o estado de abandono em que se encontram os bairros praianos e principalmente as praias do norte da ilha.

Entra prefeito, sai prefeito e a situação não muda. A Casan, como faz todos os anos, continua  jogando esgoto nas praias e a onde bem entender; hotéis e muitas residências fazem o mesmo; estão aí os relatórios da Fátima para comprovar, e ninguém é  fiscalizado e muito menos punidos. Em pensar que a Casan cobra 100% do valor da fatura de água para tratamento do esgoto e o joga no mar! As ruas, com exceção da AV das Nações e Madre Maria Villac, em Canasvieiras; onde sempre tem um grupo de garis fazendo a limpeza; as demais estão todas esburacadas,  sujas e  o mato tomando conta. Os bueiros entupidos por falta de um programa anual de limpeza. Basta um aguaceiro para que fiquem intransitáveis, e os turistas aproveitam para passear de caiaque, fotografando e levando essas imagens para suas terras para exibi-las a parentes e amigos. As faixas de pedestre foram pintadas há poucos dias, mas nas avenidas citadas e o serviço não passou de uma maquiagem.

A Rua José Daux , na quadra que liga com a Av. Madre Maria Villac, está intransitável. Convido o Prefeito a fazer uma visita de surpresa no  bairro, para que veja com seus próprios olhos. Só  deve  tomar cuidado ao passar por essa rua que citei: seu carro pode ficar sem suspensão como muitos já ficaram. Deve aproveitar também para olhar as lixeiras fixas com lixos até a boca e pilhas de resíduos no chão sob as mesmas.

A praia de Canasvieiras melhorou um pouco com as instalações de banheiros químicos, mas em contrapartida a quantidade de lixo na areia é algo indescritível; é obvio que os turistas e ambulantes têm culpa, mas são poucas as lixeiras e os visitantes não vão sair de seus locais com sacos na mão procurando os poucos depósitos existentes. Ou será que a prefeitura, ainda não tem noção do número de turistas que freqüentam nossas praias nesse período do ano?

Estou me referindo em especial a Canasvieiras, mas, na realidade isso acontece em todas as praias do Norte da Ilha, da Daniela, aos Ingleses.

A impressão que se tem é que os bairros praianos, que atraem essa quantidade enorme de turistas para a ilha, são independentes, não pertence à administração de Florianópolis. Ainda bem que a SC-401 é gerida pelo Estado. Se sua administração estivesse a cargo da prefeitura, com certeza estaríamos usando a antiga rodovia Vergílio Várzea, de chão batido.

E assim as autoridades municipais vão destruindo as esperanças de se ter um turismo de qualidade e auto-sustentável e os investimentos privados que com certeza, amenizariam muito a sazonalidade, responsável pelo desemprego em massa com o fechamento de 80% do comercio e hotéis.

 Até quando vamos conviver com isso? Passando a temporada começa a campanha eleitoral, aí eles vão estar todos por aqui pedindo votos e renovando as falsas promessas de atender as reivindicações da comunidade. E o lamentável é que o povo acredita...

Léo Pinheiro

Publicado no jornal “notícias do dia”. em 27/02/2012.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h13
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TEMPORADA DE VERÃO

Como se inicia  uma temporada de verão na Ilha: primeiro chegam os donos de imóveis de aluguel, para reformar ou fazer limpeza dos imóveis e os comerciantes que se instalam nessa época para explorar a temporada. E com eles vêm os ditos profissionais para não dizer ”marreteiros”, que cobram barato e fazem de tudo, os polivalentes.

 Depois começam a chegar os desempregados, atrás de trabalho, outras só de emprego mesmo. Nesse meio vêm os espertinhos que alugam casas e apartamentos com contrato anual por ser  mais barato, mas quando termina a temporada vão embora levando tudo o quem tem dentro do imóvel, deixando o proprietário contabilizando os prejuízos.

Depois vêm os, viciados, mendigos, guardadores de carros, ladrãozinho barato etc.. Só depois de o batalhão formado para atacar;  começam a chegar os turistas e com eles vem também uma nova leva, a  de pedintes: LBs, associação de deficientes, casas do drogados, aidéticos, crianças  que precisam fazer cirurgia nos EUA  e por aí a fora, é tanta gente e entidades que fica impossível gravar o nome de todas.

Tem ainda os planos de telefonia para você falar de graça com quem quiser a onde você quiser, com internet, TV a cabo etc. cartões de crédito aprovados sem consulta a cadastro; máquinas e canetas capaz de identificar um dólar falso,  antes mesmo de sair da casa da moeda americana; representantes comerciais de atacados, que só aparecem nessa época. Planos de saúde que assegura saúde do teu filho que ainda não nasceu até a tua avó de 115 anos, sem carência e adicionais. Vendedores ambulantes do Brasil inteiro que vendem de tudo. E ainda tem os “olhos grandes”, que abrem lojas para vender um só tipo de produto, mas vendem de tudo, numa concorrência desleal com quem tem seu comercio especificado no contrato social. O importante é aproveitar a temporada; é uma verdadeira festa com duração de dois meses, um vale tudo e um se salva quem poder.  Ah... Ia esquecendo, vêm também os fiscais públicos: federal, estadual e municipal, e não pense que vêm para orientar os comerciantes, eles vêm é para multar mesmo. Advogado não precisa conhecer todas as leis, mas comerciante sim ou paga multa.

Para completar o quadro, vem também os guarda de transito, não para orientar o transito, o negócio deles é multar também, a exemplo dos fiscais. Ficam zangados se você os chamar de multadores de transito, querem ser chamados de guarda de transito mesmo, é mais elegante. Eles têm razão, não são culpados, estão obedecendo às  ordens  superiores.

O encerramento da temporada é mais surrealista ainda. Passou o carnaval, quarta feira de cinzas você vai trabalhar encontra o bairro vazio, a maioria do comercio fechado, como se durante a noite tivesse havido um Tsunami que varreu tudo e todos. Você olha as prateleiras do teu comércio e fica pensando: e agora, o que faço com tudo isso? Como vou pagar as duplicatas, os planos, os impostos, aluguel, água, luz, telefone, empregados. O jeito é como se diz na gíria, é empurrar com a barriga até a próxima temporada! E assim vai sobrevivendo nosso comércio sazonal.

Leo Pinheiro

Dezembro de 2010.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h13
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TEMPORADA DE VERÃO-2014

 É muito desolador para quem vive, trabalha e investe nas praias, conviver com a falta de compromisso das autoridades com o segmento turístico. Passa ano entra ano, sai prefeito e governador entra prefeito e governador e a situação não muda. Estamos às vésperas de mais uma temporada de verão. Comerciantes reformando seus estabelecimentos, novos estabelecimentos sendo abertos, novos  funcionários sendo contratados. Mas a prefeitura e o Estado não se mechem. As ruas continuam sujas, esburacadas, bueiros entupidos, meio fios sem pintura, tampões de bueiros quebrados, faixas de pedestres apagadas, a praias em estado de abandono, banheiros destruído por desocupados, cachorros abandonados por todo lado, mendigos aos montes deitados nos passeios, atacando e insultando transeuntes, ambulantes chegando de caminhões, falta de policiamento, roubos e assassinatos  são constantes. Decoração de natal nas avenidas e ruas só em pensamento. É assim que vamos receber os turistas. Os empresários prontos para  recepcionar os turistas e os ambulantes e desocupados prontos para atacar. Pobre turismo da Ilha!

As Secretarias Regionais, ou Subprefeitura como queiram, aprovadas por lei, não sai do papel. Parece haver certo receio do prefeito em compartilhar poder, mas também não faz o que deveria ser feito para mudar a situação.

Por outro lado o Estado também cruza os braços, a comunidade de Canasvieiras  já está cansada de fazer reuniões  com o comando da polícia militar; a resposta é sempre a mesma: não temos efetivos. Mas venha durante a temporada ver o número de guarda de transito multando turistas e moradores indiscriminadamente; e conclua onde está o efetivo da polícia. Mas essa aumenta a receita do turismo, a outra diminui. Fazer o quê!

Os relatórios da FATMA estão aí indicando a impossibilidade de balneabilidade das praias, por poluição provocada pelo derramamento de esgotos nas mesmas. Isso não é fato novo, todos os anos temos os mesmos problemas de poluição das praias, Inclua-se aí a falta de água que  também se repete  durante as temporadas. E a CASAN não se manifesta, nem para se defender, o que é comum, e muito menos para tomar providências. Se comporta   como se não tivesse compromisso ou responsabilidade sobre o assunto.

O turismo não só trás benefícios financeiros ao Estado como  também ao Município, então porque as duas instituições não trabalham coordenadamente para as soluções dos problemas e assim oferecer um melhor qualidade de atendimento ao turismo? Deixar que o turismo aconteça somente pelas belezas naturais é muito pouco para a sustentabilidade  do setor.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 22h12
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TECNOLOGIA

Um casal de turista americano, entrou em minha loja de mat. elétricos e exibiu um pino de três saídas – aquele que conhecemos como tee chato e dobrável, que quando colocado na tomada  fica rente a parede, para não ocupar espaço, e que foi proibido sua produção segundo as novas especificações do Imetro – entendi que ele queria um igualzinho, peguei    o  tee, que parecia igual  ao dele, e  dê a ele. depois de observar atentamente me chamou e disse: no, no, no.  tirou o secador de cabelos da esposa de 1800 w e me mostrou. Foi aí que percebi que o pino de três saídas que me mostrou era um transformador de energia de 220v para 110v e de 0 a 2500 w de potencia.

 

Fiquei com vergonha de mostrar a eles o nosso transformador de 2000w de potencia, um trambolho de 20kg. Como diz nossos irmãos gaúchos: que barbaridade tschê!



Escrito por Léo Pinheiro às 17h38
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SUGESTÕES PARA A REFORMA POLÍTICA

O fim da reeleição para presidente da República, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais e vereadores.

O mandato passaria para cinco anos.

Eleições separadas para executivo e legislativo: Num ano faziam-se eleições para presidente, governadores e prefeitos. No ano seguinte eleições para senadores, dep. Federal, estadual e vereadores. Para que as pessoas pudessem valorizar mais as eleições para o legislativo. Hoje o eleitor se liga no Presidente, no Governador e prefeito e para o legislativo vota em qualquer um.

O candidato eleito para um cargo de vereador até senador, não poderá exercer outro cargo no governo. Não é justo o povo eleger um candidato para representá-lo (no Congresso Nacional, por exemplo) e ele ir exercer cargo no executivo, como ministro ou secretário etc.

Acabar com a figura do suplente de senador, deputado e vereador. Se os mesmos ficarem impedidos de exercer o cargo, assume o candidato mais votado entre todos os partidos.

Partido sem chapa própria que se coligar com outro, perde o tempo de mídia.

Nepotismo seria enquadrado como crime hediondo.

Ficha suja não poderia exercer cargo público.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 17h33
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