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Blog do Lídio Leopoldo Pinheiro


Florianópolis.

 

Eu gostaria de votar num candidato a prefeito que apresentasse um projeto de governo que incluísse um programa turístico que contemplasse os bairros praianos: uma parceria governo e iniciativa privada para trazer cinemas, teatros, casas de diversões, restaurantes e novos hotéis de alta categoria, praças, jardins, melhoria das praias de forma a gerar mais empregos e amenizar a sazonalidade que destrói o comercio local. Não dá mais para conviver somente com o improviso e com o que a natureza nos contemplou. É preciso um modelo de gestão que valorize o turismo, a segunda maior fonte de receita do município.



Escrito por Léo Pinheiro às 11h46
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VÍCIOS DEMOCRÁTICOS

Para bem governar, quer seja em nível federal, estadual ou municipal, o executivo não pode ficar na dependência do legislativo; assim como o legislativo não pode cumprir com seu dever de legislar bem, dependendo do executivo. São poderes constitucionalmente independentes, mas que precisam trabalhar em parceria para alcançar sucessos administrativos.

E preciso derrubar esse “vício democrático” que para governar o executivo precisa ter maioria no legislativo; essa maioria a qualquer custo  sugere a suspeição da  troca de favores, corrupção, e o pior, domínio de um poder sobre o outro, submissão! Descaracterizando as normas constitucionais da independência e autonomia dos poderes. 

Quando os poderes são competentes não precisam se subordinar um ao outro; fazem valer suas independência e autonomia constitucional; também não fazem oposição por questões partidárias ou ideológicas, por que têm a compreensão que estão a serviço do povo. Os projetos de leis devem ser estudados em conjunto (legislativo e executivo) até a exaustão,  de modo à  se ter uma visão clara dos benefícios e aplicabilidade; e a partir daí aprová-los ou não; nem que para isso, tanto o executivo quanto o legislativo, tenham por vezes, de contrariar orientações partidárias, ideológicas,  interesses pessoais e de amizades. O político uma vez eleito, seu compromisso maior é com o contexto social, com o bem estar do povo ao qual se propôs  servir.

 As pessoas eleitas para dirigir um Município, um Estado ou País, precisam ter consciência de que eles formam uma diretoria administrativa, de alta responsabilidade social; escolhida pelo povo para administra seus impostos em benefício de todos; precisa ter também o conhecimento de que são responsáveis por uma gigantesca empresa que engloba centenas ou milhares de empresas menores instaladas no município, estado ou país.

Política não se confunde com campanha eleitoral, onde os candidatos expõem suas propostas ao eleitor afim de  conquistar seu voto. O bom político, depois de eleito, tem que pensar como administrador público, responsável pelo desenvolvimento e bem-estar da sociedade como um todo.

Só assim ele estará fazendo política de verdade e cumprindo com sua nobre missão de servidor público. No nível de desenvolvimento em que se encontram as nações, não há mais espaço para politiqueiros irresponsáveis, que querem fazer da política um cargo vitalício e um caminho fácil para o enriquecimento ilícito.

Cabem a nós eleitores, escolher bem nossos candidatos; principalmente aqueles que demonstrarem que conhecem bem as funções dos cargos que pleiteiam; porque a fome pelo dinheiro e a vaidade pelo poder de muitos políticos e candidatos a políticos é tão forte que não podemos errar.

Lídio Leopoldo Pinheiro

ADM. e pedagogo.

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 21h25
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ANJO DA GUARDA

Morávamos  em Santos, estávamos de viagem marcada para Florianópolis no domingo. Mas sábado fomos a um baile na praia do Pernambuco no Guarujá. Onde dançamos até às quatro horas da manhã.  Ao retornarmos  para casa, resolvemos colocar as malas no carro e iniciar a viagem até Florianópolis como o programado. Era uma forma de não perdermos  o horário e aproveitar o pouco movimento de caminhões na BR 101 nesse horário.

Viagem tranqüila até o amanhecer, quando já estávamos subindo a serra do Paraná; minha esposa dormiu, em seguida devo ter adormecido dirigindo. Foi quando uma carreta me acordou com uma buzina ensurdecedora. Acertei o carro na pista, dei passagem a carreta e segui atrás dela, fiz um esforço danado para dirigir até o primeiro posto de combustível para lavar o rosto, tomar um café e seguir viagem. Já estava no posto tomando o café quando um senhor se aproximou de mim e perguntou: era  você que vinha dirigindo um Gol vermelho  com placa de Santos?

-Sim respondi!

- Eu vinha atrás de você, fui eu quem buzinou, desculpa se lhe assustei, mas eu precisava fazer alguma coisa. Você estava dirigindo em zigzag há mais ou menos  dois quilometro, tentei passar por você, e toda vez que tentava você me impedia. A principio pensei  que estivesse me “sacaneando”, depois achei que você estivesse alcoolizado, por fim pensei, ele deve estar dormindo, foi quando toquei a buzina.

-Eu realmente estava dormindo, respondi! Obrigado por ter me acordado, imagine o que poderia ter acontecido comigo e minha esposa.

-Então, disse ele: era o seu anjo da guarda quem dirigia seu carro esse tempo todo, mas olha – sorrindo- fala pra ele em oração, para treinar mais no volante, ele dirige muito mal! Rimos....

Agradeci o senhor, lavei o rosto, tomei um bom café, descasei um pouco e voltei à estrada.  Dirigi  até Florianópolis calmamente e sem piscar. Valeu o Susto e a experiência.

Lídio L. Pinheiro

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 09h59
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A CARIDADE

 

Fora da caridade não há ambiente para o verdadeiro Amor, mas a verdadeira caridade igualmente não se expressa sem o ato amoroso que se irradia do coração para todas as frentes de trabalho onde o Bem é a meta dos sentimentos.

Nada se faz de graça para os outros. É tolice  achar que as pessoas caridosas fazem tudo sem pensar em recompensa. O caridoso tem um olho na terra e outro no céu, Mas o   brilho nos olhos e o sorriso nos lábios das pessoas que recebem a caridade, nos dá uma tremenda satisfação que corresponde em dobro o valor da dádiva ofertada.  São essas coisas que nos proporcionam prazer que nos tornam felizes; e nos dá a recompensa que precisamos para continuar fazendo o bem a nossos irmãos.

Como é tolice achar que  recompensa é tudo aquilo que só vem através de bens materiais. Os valores materiais são importantes para que se possa fazer mais caridades e com isso buscarmos o prazer de servir. Mas, eles não são a única fonte de prazer e de felicidade. Porque felicidade é um estado de espírito e não o desejo desenfreado de possuir bens materiais.

Conheço muita gente rica em bens materiais que são verdadeiros avarentos, que vivem como pobre com medo de ficar pobre e jamais estende as mãos para auxiliar alguém. Professam que tudo o que possuem é fruto do seu próprio trabalho e que quiser ter que faça o mesmo.

A política é um excelente caminho para se praticar o bem, é através dela e de sua organização social, que teremos maiores oportunidades de ajudarmos as pessoas e a nós mesmos, contribuindo mais decisivamente com a qualidade de vida de nossa gente, especificamente as que vivem a margem do sistema.

Entendo que fazer política é contribuir para a inclusão social; é um ato de amor. Política é coisa séria, nós é que não levamos a política a sério quando escolhemos nossos candidatos a cargos eletivos.

Dizer que o poder corrompe é outra tolice popular. O poder não corrompe ninguém, apenas revela caráter.

O corrupto existe tanto no poder como fora dele; porque a corrupção faz parte da personalidade doentia do corrupto, é um desvio moral. Corrupto declarado ou não sempre será corrupto, é incorrigível. Honesto sempre será honesto, porque tem responsabilidade com sua formação moral, com o dever social e o prazer de trabalhar pelo bem de seu povo e de sua terra; além da consciência de que nada levará desse mundo à não ser os conhecimentos adquiridos e o bem praticado em sua passagem por esse planeta terra.

 

Lídio Pinheiro

 

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 17h27
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POLUIÇÃO

Há dez anos, quando fui intendente de Canasvieiras, já sofríamos com a poluição da praia,  pelos rios do Brás e Papaquara. Levei duas propostas de solução desse problema  ao prefeito: a primeira solicitava a drenagem do rio Papaquara até o rio Ratones, e o bloqueio das redes de esgoto e águas de serviços nos rios; rasgar o rio do Brás até o mar,  e construir uma ponte na Avenida Luiz Baoteux Piaza, de modo a permitir que os rios se tornassem navegáveis, como já foram  há muitos anos. E a segunda proposta, na impossibilidade de executar a primeira, aterrar o rio do Brás, nos moldes colocado na descrição da minha ultima postagem nesse grupo.

O prefeito achou interessante, e me fez a seguinte pergunta: você sabia que o projeto Sapiens Parque, previa a drenagem do rio Papaquara, e que para ser aprovado pelos órgãos ambientais teve que retira do projeto, porque os “ecochatos” alegaram que o rio não poderia ser drenado, porque nele habitava um jacaré de papo amarelo, que consta na lista de animais em extinção? E continuou: Vá que eu autorize a entrada de máquinas drenando o rio Papaquara  e rasgando o rio do Brás, e apareça essa gente por lá, e descubra na lama tirado dos rios, um protozoário ancestral do homem; eles vão caçar o meu mandato, e por cima vão me condenar aos 30 anos de cadeia. O melhor é não mexer nisso, deixe a poluição crescer que vai chegar uma hora que muita gente vai se envolver nisso e aí sim surgirá uma solução com o apoio da maioria da comunidade.

A verdade é que até hoje nada foi feito, e os rios continuam  poluindo as praias, trazendo prejuízos turísticos para o município e principalmente para o nosso bairro. O jacaré de papo amarelo já foi engolido pela poluição que não para de crescer, e  pelo jeito vai crescer por mais dez ou vinte anos até que surja uma solução com  “base científica”,  ou a comunidade crie coragem para enfrentar os “ecochatos”,  e resolva o problema de uma vez; obrigando as autoridades a investirem  em tecnologia, ou buscar outras soluções capaz de despoluir os rios.  O que não pode é continuar do jeito que está ou deixar piorar, algo precisa ser feito urgentemente.

 



Escrito por Léo Pinheiro às 20h29
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RIO DO BRÁS.

Desculpe-me insistir nessa tecla, mas por vezes me pergunto, por que tentar salvar o Rio do Brás? Não se pode salvar o que  não existe! Quem já teve a oportunidade de ler Vergílio Várzea, sabe que o Rio do Brás já foi navegável. Hoje ele já não existe mais como rio. O que existe é uma lagoa inútil. Rio é um curso de água que corre naturalmente de uma área mais alta para uma mais baixa do relevo, geralmente deságua em outro rio, lagoa ou no mar. Não há nenhuma dúvida de que os rios são de extrema importância para a humanidade, uma vez que fornecem a água que bebemos, além de ser usada para cozinhar os alimentos, para realizarmos a higiene pessoal e residencial, na indústria, na  irrigação das lavouras e hortaliças. A pesca pode ser realizada em rios e suas águas podem ainda servir como via de transporte e de força hidráulica na produção de energia elétrica. O que não ocorre com o chamado Rio do Brás, que é um braço do rio Papaquara, desviado por uma vala de um metro de largura, enlameada e super poluída. A partir dai, forma uma lagoa, com suas águas sendo represadas por um banco de areia da praia transportada pelo mar. Quando chove muito, a lagoa enche rasga o banco de areia e derrama toda a água poluída no mar. Para  despoluir a lagoa seria necessário primeiro, despoluir a rio Papaquara - missão impossível para nossos administradores -  Diante do exposto a cima, a solução é fechar  a vala junto a Avenida Luiz Boiteux Piazza e  aterrar toda a alagoa e construir no local uma praça para uso da comunidade e turistas, eliminando a poluição que a mesma derrama no mar. Porque  transformá-lo outra vez num rio despoluído e navegável é utopia.

 

Lídio L. Pinheiro.



Escrito por Léo Pinheiro às 08h37
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ZÉ CAPENGA

A história de uma comunidade, nada mais é do que a história de seus personagens. Vargem Pequena não é diferente.

José Custódia, mas conheciam como Zé Capenga, por ter sofrido paralisia infantil, e ter ficado com as pernas finas e os pés tortos voltados para dentro. Caminhava com auxilio de um porrete, que não poderia ser chamado de bengala, por ser feito artesanalmente com madeira cortada no próprio sítio, e moldado a facão, sem acabamento técnico.

Mas a pesar de sua deficiência física, era uma pessoa feliz, alegre e muito querida pela comunidade.  Tinha a fama de fofoqueiro. Solteiro, morava sozinho numa casa simples de taipa, herdada de sua mãe, construída entre a chácara de café e o pasto onde criava algumas vacas. Trabalhava pouco, plantava suas roças de cebola, feijão e milho, o suficiente para se manter e ter alguns trocados. Por isso  sobrava tempo para observar o comportamento dos vizinhos,  amigos e principalmente das mulheres. Nada e ninguém escapavam suas observações, sabia de tudo o que acontecia na comunidade. Era uma espécie de repórter comunitário, ou rádio pião, como alguns o chamavam.

Todas as novidades que circulava na comunidade tinham como fonte o Zé Capenga. E também as peripécias; como soltar as vacas para que invadisse as roça de milho dos vizinhos  para comer suas folhas; quebrar as arapucas e alçapões que os moleques armavam na sua chácara para pegar passarinho, desmanchar namoros das moças, com estórias e calúnias inventadas por ele etc. Menos os furtos de melancia, milho verde, nas roças dos vizinhos, que eram feitos durante a noite pela molecada - mas por  brincadeira e pela  satisfação de se comer um fruto roubado do que por necessidade - Mas era ele que ficava com a fama de ladrão de roça.

Esses roubos eram feitos pela molecada,  que para se livrar da culpa, cortavam um porrete igual ao dele e com os pés virados para dentro, entravam nas roças para roubar. No dia seguinte os proprietários das roças ao perceberem o roubo, percebiam também as marcas do porrete e dos pés tortos marcados na areia, e não tinham dúvidas, acusavam o Zé Capenga pelo roubo.

Lembro-me de uma noite, quando todos estavam reunidos na venda da dona Celina - ponto de encontro da comunidade após o horário de trabalho - o Zezé percebeu a falta de uma das maiores melancia de sua roça, e viu as pegadas de Zé Capenga;  sem vacilar, chamou o Zé Capenga na frente de todos e o  esculachou, nomes como ladrão safado, aleijado sem vergonha, não foi a toa que Deus te fez aleijado seu vagabundo. Se eu te pegar roubando minhas roças vou te quebrar as duas pernas com o teu próprio porrete, safado! Não demorou muito para que todos os outros donos de roça entoassem a bronca no Zé Capenga. Sozinho para se defender, escutava calado ou quando muito, se limitava a dizer: não foi eu, juro por Deus, não preciso disso; o que era retrucado por todos com ordem: cala a boca, seu aleijado sem vergonha!

Nesse dia a molecada que assistia tudo no lado de fora da venda, não sabia se ria ou se compadecia do Zé Capenga. Ele olhava para a molecada e dizia: vocês me pagam, vou pegar um por um a porrete.  Em certos momentos percebia-se ser uma brincadeira dos donos das roças roubadas. Eles sabiam que não era o Zé, que aquilo era coisa de moleque, mas lhe davam bronca só para ver sua reação, que às vezes de tão nervoso, e sem condições de  brigar com o pessoal, em razão de sua deficiência física, se punha a chorar! Quando chegava à  hora de se despedirem da venda, todos já estavam rindo e saiam abraçados com o Zé Capenga;   em tom de brincadeira, o aconselhavam : rapaz, para de roubar as roças, você não precisa disso, estás dando mal exemplo as crianças, quando quiseres uma melancia, pede que agente te dá. Outro dizia: Zé vou te mandar um saco de sementes de melancia pra você plantar no teu terreno, assim no ano que vem, você não vai precisar roubar ninguém, ta certo? O Zé ria e dizia: vocês todos são uns cafajestes, eu não roubei porcaria de melancia nenhuma, isso é coisa dos filhos de vocês. Todos riam abraçados ao Zé.  E nós em turma, e arrependidos,  combinávamos para nunca mais fazermos esse tipo de sacanagem com o Zé Capenga.

Lídio Leopoldo Pinheiro.



Escrito por Léo Pinheiro às 19h25
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GOVERNO SEM RUMO

 

A questão maior é que o governo já vem sem rumo há muito tempo; e não existe um plano de governo e muito menos um plano de recuperação da economia e estabilidade política. Os projetos que vão para o Congresso são inconsistentes com metas aleatórias, do tipo: “não colocamos uma meta, se cumprirmos a meta, a gente dobra a meta”.  Por isso o congresso não aprova ou se aprova, o faz em partes. Por outro lado o Congresso não tem interesse em colaborar com o governo na elaboração de um plano salvador, porque sabe que na hora da propaganda política, a soberba do PT não vai permitir em dividir méritos com ninguém pela recuperação econômica, como é de costume. Enquanto isso o povo paga a conta do desgoverno.

12/12/2015

 



Escrito por Léo Pinheiro às 14h17
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CARISMA

Nem a beleza, sucesso,  riquezas, e qualquer outro atributo da condição humana, são mais importante e valoroso que o  carisma.

O carisma não se constrói, não se imita, não se aprende, não se ensina não se transfere. O carisma é um presente de Deus a um espírito muito especial que tem luz própria, uma áurea que envolve e atrai a todos a sua volta; uma luz que reflete bondade, amor, respeito  pelo outro, encanto,  confiança, algo divinal e incompreensível.

O carismático conquista a confiança das pessoas sem o mínimo esforço,  porque se transmite ao  outro de corpo e alma sem pedir nada em troca. Seu sorriso é largo, espontâneo, sincero. Sua alegria é vibrante, seu bom humor é permanente, Para ele não há tempo feio, não há maldade, não há posições sociais, não há beleza a destacar, o mundo é uniforme, a igualdade é um fato, a adversidade é respeitada em plenitude. O lema: Liberdade, igualdade e fraternidade, com certeza foi criado por uma pessoa carismática, porque é assim que o carismático vive e enxerga o mundo. Não pode ser confundido com o arquétipo que se finge de carismático para trapacear os outros e levar vantagem em tudo.

 Tenho um filho que não precisa mais que 10 min. para conquistar as pessoas em qualquer ambiente de relacionamento. Não sou um pai coruja não, quem o conhece sabe do que estou falando. Isso é próprio dele. Nunca o vi carrancudo, mal humorado, não reclama de nada,  está sempre sorrindo, nunca o vi descriminar alguém por sua posição social, beleza física ou raça;  por onde passa, todos o cumprimentam e recebem um  retorno gentil  de velhos  amigos. Tem memória fotográfica, basta ver uma pessoa por poucos minutos e nunca mais a esquece; e quem o vê pela primeira vez fica com a impressão de conhecê-lo ha muito tempo. Sincero nos seus atos, honesto nas atitudes, inteligência sem exibicionismo. Trata todo mundo com respeito, simpatia, alegria, independente de idade, posição social, nível intelectual, poder econômico etc. Amigo confiável. Esta sempre disponível para colaborar e ajudar quem o solicita, nunca diz não, seja a quem for, e em que condições; prestativo, caridoso. Não complica a vida, vive! E um ser de luz própria, por isso é impossível ofuscá-lo. Costumo dizer aos amigos, que meu filho Thiago, não é um simples filho, mas um presente de Deus que  confiou a mim.

Tenho muito orgulho dele e sou grato a Deus por tudo de bom que tem nos proporcionado. Nunca nos criou problemas, só alegrias.

Que Deus o abençoe todos os dias e não lhe deixe faltar à humildade, o amor que faz parte incondicional de sua personalidade. Beijos filhão, deste paizão que te ama muito!

 

 

 

 



Escrito por Léo Pinheiro às 13h20
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CANASVIEIRAS

Inicio de agosto, a cinco meses da nova temporada de verão, e término de mais um mandato de prefeito;  mais quatro anos de esperanças perdidas. Canasvieiras continua agonizante, nada foi feito pelo bairro que recebe o maior contingente de turistas no verão. As ruas continuam sujas e esburacadas, bueiros sujos,  tampas quebradas – principalmente as ruas: Mário Lacombe e José Daux, que há muito estão esperando, no mínimo um recapeamento. Sem contar os pedaços de ruas de chão batido que, por incrível que pareça,  ainda existem no bairro. Ligações da rede fluvial na rede de esgoto, o mau cheiro surge nos bueiros, algumas delas já identificadas e demarcadas pela CASAN, faixas de pedestre e meio-fios apagadas, jardins da praia abandonados, lixeiras quebradas e em números insuficientes para atender a demanda do lixo gerado pelo comércio na areia da praia. É de se perguntar: o que é feito com o dinheiro arrecadado com os impostos no bairro? O viaduto feito na entrada de Canasvieiras, que deveria eliminar o trevo, só facilitou quem vem da Cachoeira do Bom Jesus, para quem entra no bairro, piorou, alem do trevo,  agora tem também uma lombada sob o viaduto, que causa congestionamento e acidentes para quem entra e coloca em risco também, quem vem de Jurerê,   pela Tertuliano de Brito Xavier para  entrar na Avenida das nações. Não se vê até o momento nenhuma movimentação das autoridades municipais para resolver esses problemas. Isso sem falar no Rio do Brás, pivô da poluição nos verões passados e outros pontos de poluição da praia, já há muito tempo conhecidos das autoridades estaduais e municipais. Nada mudou sobre  a “lagoa do Brás”, e esses pontos de poluição. Lamentavelmente vamos ter que suportar mais falsas promessas durante a próxima campanha eleitoral; mais quatro anos na esperança de que o bairro seja mais bem tratado pelas novas autoridades que deverão surgir após as eleições de outubro.

Como é difícil conviver com essa amnésia que ataca os políticos após se elegerem; está na hora de mudar o discurso de conquista de votos, esse comportamento de fazer falsas promessas é que leva ao descrédito dos políticos junto ao eleitorado, levando muitos eleitores a anular o voto e  obster-se de votar.

 

 

 




Escrito por Léo Pinheiro às 10h17
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Um belo texto do escritor, filósofo e professor, Will Durant.

Se  queres realmente dar início a tua educação, sente-se  a mesa de uma boa biblioteca. Talvez sejais um diplomado, e em condições, portanto, de dar início à vossa educação. Talvez nunca tenhais tido ensejo de cursar uma universidade e tereis perguntado o que os nossos  filhos lá aprendem, além da moral do dia.Muita coisa bela podem aprender, se as cursam depois de certa idade; mas nesta era de complexidades, nossos rebentos demoram tanto a crescer, que estão sempre muito verdes quando fazem o curso – muito verdes para absorverem e compreenderem os tesouros que lhes são oferecidos. Se fizestes o vosso curso na escola da vida e não  nos colégios, muito bem; a rude tutela da realidade amadureceu-vos para a pronta compreensão dos grandes homens.

Aqui em redor da espaçosa mesa podereis preparar-vos para a Internacional do Espírito; tereis amigos como Platão e Leonardo, Bacon e Montaigne, e em conseqüência desta boa companhia ficareis preparados para acompanhar os mais finos lideres do vosso tempo e vossa terra.

Podereis dispor de uma hora por dia? Dai-me sete horas de cada uma de vossas semanas e eu farei de vos um filosofo ou um erudito: em quatro anos estareis tão bem educados como qualquer doutor em filosofia deste país.

 

Temos preliminarmente que nos entender: não podereis esperar nenhum lucro monetário desta intimidade com os grandes homens. O lucro poderá vir mais tarde, acidentalmente, em conseqüência da maturidade e fundo  que alcançareis; mas estes dividendos, como o das companhias de seguros, são garantidos. Na realidade estareis “perdendo o tempo” da vossa profissão ou do vosso negócio; se sonhais com milhões, afastai-vos deste mapa da Cidade de Deus e finca o vosso nariz na terra. E encontrareis embaraços pelo caminho: um livro obscuro ou com excesso de páginas, e todas as vossas forças terão que ser mobilizadas para vencer a tarefa. Lembrai-vos de que não estou compondo uma lista dos absolutamente melhores cem livros, ou mera lista de obras-primas nas belas letras; nossa escolha se faz com base na força educativa das obras dos grandes mestres.



Escrito por Léo Pinheiro às 16h35
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A IMPORTANCIA DE ZOMBAR DO REGIME

Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Thomas Hobbes dizia que era algo muito perigozo o fato de as pessoas rirem do governo, pois nada é mais eficaz do que o escárnio para desmoralizar os agentes do estado.

Ridicularizar o estado é crucial para desmascarar as autoridades políticas e mostrar os verdadeiros bufões que eles são. Só assim, por meio do escárnio os cidadãos os levarão menos a sério.

Infelizmente, poucas pessoas dão o devido valor à zombaria, mas ela foi e continua sendo crucial para a desmoralização de vários regimes tirânicos e corruptos ao redor do mundo. Não fossem as piadas, as pessoas comuns não estariam realmente a par das humilhações e penúrias vivenciadas nos regimes socialistas e comunistas.

Pense nas atuais escassezes  de papel higiênicos na Venezuela e de absorventes na Argentina e todas as piadas que isso gerou não só nesses países como em todo o mundo.

Por isso é de suma importância seguir sempre a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo que possível, ridicularize e escarneça os burocratas e as autoridades políticas. Jamais os levem a sério. As ideologias de esquerda são especialistas nisso, Principalmente se o governo é opositor.

A União Soviética produziu o mais eficaz  e bem-sucedida  máquina de propaganda da história da humanidade.

O nome dessa máquina era Mikhail Suslov. A tática usada ficou conhecida  de “A Manobra Suslov”, partia do principio que:  “Sempre  que você estiver na eminência  de ser acusado de algo – seja um simples ataque ideológico ou mesmo uma acusação de atrocidade -, imediatamente acuse seu opositor de ser exatamente ele o autor da atrocidade e do fracasso ideológico”.

Um dos exemplos mais conhecido da manobra Suslove ocorreu imediatamente após a invasão russa do Afeganistão, em 1979. Após os protestos mundiais, os soviéticos emitiram uma nota comunicando e condenando a intervenção do Ocidente nos assuntos internos do Afeganistão.

Observe a maneira como são tratadas as pessoas de classe media e pobre que têm uma postura anti-estado. No mais brando dos cenários, elas são acusadas de “ingratidão”, pois atacam o mesmo governo que lhes proporciona vários “benefícios”, como estradas, saúde pública, programas culturais, escolas, universidades, previdência social, bolsa alimentação e  etc.

O interessante que o termo ingrato – mais especificamente “infelizes ingratos” soa muito familiar para qualquer um que tenha vivido sob o comunismo: esse era exatamente o termo que Suslov utilizava para descrever qualquer cidadão soviético que se atrevesse a fazer qualquer tipo de oposição ao regime soviético. A final eles tinham tudo o que precisavam gratuitamente, só pagavam as balas e munições utilizada na execução de seus familiares. Mas isso nunca foi mencionado por Suslov.

Suslov dominava com tanta perfeição a arte da propaganda, que os políticos ocidentais pareciam totalmente amadores quando incorriam em qualquer confronto ideológico com ele. O mais eficaz e desmoralizante contra ataque a Suslov não foi feito por nenhum político ou ideólogo profissional, mas sim, pelo cidadão comum, que criou inúmeras piadas populares a respeito do comunismo e socialismo, a ponto de derruba-lo.

Por isso a importância de zombar dos governos e ideologias totalitárias.

Fonte: IMB.

 



Escrito por Léo Pinheiro às 19h27
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PARA REFLETIR.

Lendo este texto, parece que em matéria de evolução do pensamento político e do conhecimento humano, paramos no tempo.

“Os grandes antigos, quando queriam revelar e propagar as mais altas virtudes, punham seus Estados em ordem. Antes de porem seus Estados em ordem punham em ordem suas famílias. Antes de porem em ordem suas famílias, punham em ordem a si próprios. Antes de porem em ordem a si próprios, aperfeiçoavam suas almas. Antes de aperfeiçoarem suas almas, procuravam ser sinceros em seus pensamentos e ampliavam ao máximo os seus conhecimentos. Essa ampliação dos conhecimentos decorre da investigação das coisas, ou de vê-las como são. Quando as coisas são assim investigadas, o conhecimento se torna completo. Quando os pensamentos são sinceros, a alma se torna perfeita. Quando a alma se torna perfeita, o homem está em ordem. Quando o homem está em ordem, sua família fica em ordem. Quando sua família está em ordem, o Estado que ele dirige pode alcançar a ordem. E quando os Estados alcançam à ordem as nações gozam de paz e felicidade.O maior bem para um povo será afastar dos cargos públicos os ignorantes e escolher para governá-los os homens de maior sabedoria.”

Isso foi escrito por Confúcio, filósofo nascido em 552 a.C.



Escrito por Léo Pinheiro às 19h31
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PRESÍDIOS
O Brasil tem um problema muito grave a resolver. A população carcerária: os presídios com superlotação,  a procura por celas não para nunca;  daqui a pouco teremos mais celas nos presídios que salas de aulas nas escolas. Os governos estaduais não sabem mais o que fazer para enfrentar o problema. Nenhum município quer que construa novos presídios em seus limites. Juízes estão soltando presos e deixando de prender infratores por falta de vagas nos presídios. Com isso desmotiva o trabalho da polícia de prender infratores, correndo risco desnecessário, uma vez que serão soltos em seguida a detenção. O sistema penitenciário está falido, os presídios são verdadeiras masmorras que não recuperam ninguém, pelo contrário, o indivíduo sai pior do que entrou. São na realidade, escolas do crime.
Uma solução poderia ser o governo federal- que desapropria fazendas invadidas pelos sem terra - que por fim não produzem nada - desapropriasse essas fazendas, construísse presídios modelos com escolas técnicas rurais e colocasse essa mão de obra para produzir alimentos. Com isso aumentaria a produção rural, proporcionaria capacitação técnica para os presos e diminuiria os custos do sistema carcerário. Com a vantagem de esses presos voltarem em  melhores condições e mais preparados para   se integrarem com mais facilidade ao convívio social. Proporcionando tranquilidade e a segurança tão esperada pela sociedade,

 

Lídio L. Pinheiro



Escrito por Léo Pinheiro às 13h13
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A EDUCAÇÃO DO FUTURO

A educação do futuro deve ter como objetivo o respeito à natureza para que possamos ter uma verdadeira civilização.

E necessário aumentar o número de pessoas que praticam o bem, abandonando o mal, cultivando o  aspecto religioso de reverenciar todos os seres vivos, montanhas, rios, plantas e terra; em fim,  tudo que existe no mundo, como manifestação da natureza divina. Assim é possível converter a tendência destrutiva em construtiva e vitalizar o planeta.

Não pensem que isso é novo. Comenius (1592/1670),em didática Magna, já estabelecia que a boa educação deve  ser extraída  dos  exemplos da natureza.

Quando aprendermos a respeitar os outros reinos que compõem a natureza, como reina animal, vegetal e mineral, passaremos a respeitar melhor uns aos outros, a respeitar e a identificar o que pertence ao individuo e ao coletivo ou público. Os homens escolhido pela sociedade para dirigir o destino das nações, se sentirão apena privilegiados entre seus irmãos por terem sido escolhidos por eles, para administrar os recursos sociais em benefício de toda sociedade e não se sentirem apenas autoridades com direitos de fazerem o que bem entenderem com esses recursos como se fossem propriedades suas.

Alem do que os recursos naturais devem ser explorados e usados pelo homem com respeito à natureza, de forma que no futuro o mundo não se torne um lugar inabitável para o ser humano.

E preciso que adquirimos a consciência de que somos todos iguais perante a natureza divina, ninguém é melhor que ninguém e ninguém é imortal, estamos todos de passagem por esse mundo, não sabemos se quer de onde viemos e para onde vamos. Isso Por si só, já é razão suficiente para estabelecermos a igualdade social, e não achar que essa igualdade só possa vir através de  regimes econômicos ou políticos. O Grande Mestre nos ensinou isso: “Dei a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”. Que cada um tenha direito aquilo pelo  o qual trabalhou honestamente, é claro! A solidariedade deve ser desenvolvida e fazer parte do cotidiano escolar. Mas é  preciso desenvolver a consciência de que o dinheiro não foi feito para ser distribuído gratuitamente, e sim para remunerar um trabalho realizado, quem distribui dinheiro de graça, acaba ficando tão pobre quanto o que recebeu, Tanto a pobreza quanto a riqueza extremas não podem ser  parte de uma sociedade sadia.

A educação é a maior fortuna dada ao ser humano; O homem tem que ser preparado para viver em sociedade, trabalhar em harmonia em benefício seu e de toda a comunidade. O egoísmo, o orgulho, o complexo de superioridade e de  inferioridade,  as  relações humanas, devem ser trabalhadas em sala de aula, Assim como a política, que rege nosso destino; para que cada um se posicione corretamente na sociedade. O corpo físico tem vida limitada, mas a vida não, ela continua em outra dimensão, a evolução espiritual continua, por isso é bom não perder tempo e aproveitar o máximo o tempo por aqui para evoluirmos como espírito, aprendendo a respeitar nossos semelhantes, esteja ele em que nível estiver de evolução, e respeitar principalmente  a natureza mãe que nos proporciona esse cenário maravilho que nos permite viver encarnados.

Lídio Leopoldo Pinheiro

 

 

 

 




Escrito por Léo Pinheiro às 08h53
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